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Inteligência regulatória · Brasil → mundo

Compliance ESG e regulamentação climática, traduzidos para a PME exportadora brasileira

CVM 193, ISSB, CBAM, EUDR e due diligence de cadeias de valor explicados com foco no que sua empresa precisa fazer para manter e ampliar contratos de exportação — sem juridiquês e sem promessas vazias.

Pilares editoriais

Os três regimes que decidem o acesso da sua empresa aos mercados

Leituras essenciais

Artigos em destaque

Resolução CVM 193 e ISSB: guia definitivo para PMEs e fornecedores

Como calcular materialidade financeira no IFRS S1 e S2 (Brasil, 2026)

Não há threshold percentual de materialidade financeira no IFRS S1/S2: a CVM mantém o cronograma de 2026/2027 e exige asseguração razoável desde o primeiro ciclo. Veja o método em seis etapas, a diferença frente ao GRI e ao CSRD, e o que as pioneiras Vale e Lojas Renner ensinam.

· 10 min de leitura

Resolução CVM 193 e ISSB: guia definitivo para PMEs e fornecedores

Resolução CVM 193: guia completo para empresas não listadas e PMEs exportadoras

Atualizado em julho de 2026: a CVM 244 revogou a obrigatoriedade do relato, mas fornecedores e PMEs exportadoras seguem recebendo pedidos de inventário de emissões, matriz de materialidade e governança — via CSRD, CBAM, contratos e clientes que reportam voluntariamente. Entenda o que muda e como se preparar.

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CBAM: o carbono virou condição de acesso ao mercado europeu

CBAM: o que muda para exportadores brasileiros de aço, alumínio e fertilizantes

Atualizado em julho de 2026: fase definitiva do CBAM em vigor, valores default por país publicados e expansão para 180 produtos downstream prevista para 2028. Para exportadores de ferro e aço, alumínio e fertilizantes, a qualidade dos dados de emissões define o custo dos certificados pagos pelo cliente europeu.

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Rastreabilidade e Cadeias Livres de Desmatamento: o guia definitivo do EUDR

EUDR na prática: o guia do exportador brasileiro para cadeias livres de desmatamento

Atualizado em julho de 2026: o EUDR exige due diligence, geolocalização de parcelas e comprovação de ausência de desmatamento após 31/12/2020. Aplicação em 30/12/2026 para operadores europeus; exportadores brasileiros precisam organizar dados de origem, lote e documentos para viabilizar a declaração do cliente.

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Rastreabilidade e Cadeias Livres de Desmatamento: o guia definitivo do EUDR

EUDR para café: guia do setor para exportadores brasileiros

A EUDR passa a ser aplicada em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores europeus e alcança toda a cadeia do café brasileiro antes disso, via contratos. Este guia setorial explica geolocalização de talhões, rastreabilidade por lote, o papel de cooperativas e fornecedores indiretos e como priorizar a preparação.

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Rastreabilidade e Cadeias Livres de Desmatamento: o guia definitivo do EUDR

EUDR para carne e couro: guia do setor para frigoríficos, curtumes e exportadores

O EUDR vale em 30/12/2026 para médios e grandes operadores. Na carne bovina, é preciso geolocalizar todos os estabelecimentos do animal — inclusive indiretos. No couro, um ato delegado pode excluir o produto do escopo. Este guia separa obrigação regulatória, exigência contratual e prioridades práticas.

· 22 min de leitura

Método editorial

Toda afirmação regulatória, ancorada em fonte oficial

A ESGComex escreve a partir dos textos normativos e das páginas oficiais dos reguladores — CVM, IFRS Foundation/ISSB, Comissão Europeia e ministérios brasileiros. Quando um prazo pode mudar, dizemos isso e apontamos onde verificar. Conteúdo editorial informativo, não aconselhamento jurídico.

Mapeie as exigências que já valem para a sua exportação

Conte para a equipe ESGComex o que sua empresa exporta e para onde. Indicamos os regimes aplicáveis (CVM 193, CBAM, EUDR, CSRD) e os primeiros passos de adequação.

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